Carros da Chevrolet são febre no Brasil

08/06/2018

Tratando-se de automóveis, sabemos que há algumas marcas que têm mais força entre os consumidores, como é o caso dos carros da Chevrolet, apreciados por muitos motoristas que buscam o conforto, a dirigibilidade e a longevidade mecânica dos seus modelos.

Presente no país desde 1923, os carros Chevrolet já têm uma longa tradição de sucesso em solo brasileiro. Tendo isso em vista, vale a pena conferir os preços de carros da Chevrolet e conhecer alguns dos seus modelos mais marcantes. Confira!

A importância dos carros da Chevrolet no mercado automotivo brasileiro

Nos últimos anos, as ruas brasileiras foram invadidas por uma grande variedade de modelos de carros, porém, ao se verificar as marcas que mais vendem, é possível notar que o mercado automotivo brasileiro é dominado por três grandes montadoras: Volkswagen, Fiat e Chevrolet, empresas que estão sempre alternando entre si as primeiras posições dos rankings de vendas de carros.

Esse sucesso dos carros da Chevrolet não é de hoje. Outros veículos, como Chevette, Monza, Kadett, S-10 e, até mesmo, o muscle car Camaro, caíram no gosto dos brasileiros, contando com inúmeros atributos para isso.

Tradicionalmente, a Chevrolet se destaca em quatro segmentos de automóveis no Brasil: hatchs compactos, sedans, picapes (pick-ups) e utilitários esportivos.

Confira abaixo uma lista de carros Chevrolet e todas as suas características.

Chevrolet Veraneio e linha de picapes grandes

Nos Estados Unidos, existe uma forte preferência dos consumidores por utilitários esportivos e grandes picapes, apreciadas por seu espaço, robustez, desempenho e alta capacidade de carga. E foram essas as características que fizeram do Veraneio um destaque entre os modelos de carros Chevrolet no Brasil.

Lançado em 1964, o Chevrolet Veraneio era uma versão nacionalizada do Suburban, utilitário de grande porte ainda em produção nos EUA, sendo um dos veículos preferidos das forças policiais e governamentais, tal como ocorreu no Brasil durante a ditadura militar, quando ele foi amplamente utilizado pela polícia e demais forças.

Após o fim da ditadura, o utilitário continuou sendo produzido até 1994, sendo uma das opções preferidas de fazendeiros, que viam, em sua robustez, uma importante aliada nas tarefas do campo.

Além do utilitário esportivo, a linha Veraneio também contava com outras variações: as picapes A20, C20 e D20, nas quais cada letra indicava o tipo de combustível que as impulsionava — álcool, gasolina e diesel, respectivamente — e que se destacavam pela ampla variedade de carrocerias:

  • cabine simples;
  • cabine dupla;
  • cabine simples com baú;
  • cabine simples com caçamba de madeira;
  • cabine simples sem caçamba.

E havia também a Bonanza, uma Veraneio mais curta, com duas portas. Produzida até 1994, a linha fez um grande sucesso, ao ponto de, hoje, um exemplar usado, em bom estado, ser muito valorizado no mercado. Tamanha qualidade que comprova que carros antigos Chevrolet são super comerciais.

Diante desse fato, nem precisamos falar muito sobre os carros novos Chevrolet, certo?

1995, um ano marcado por novas picapes Chevrolet

Em 1995, a Chevrolet lançava duas novas linhas de picapes e utilitários esportivos: as grandes Silverado e Grand Blazer — equivalente a Suburban americana — e as médias S10 e Blazer, com proporções mais adequadas para os centros urbanos, sem deixar de lado a robustez e a capacidade de carga. Esses modelos de carros da Chevrolet foram sucesso imediato.

Enquanto a linha Silverado teve carreira curta, sendo vendida até 2001, a S-10 foi mais bem-sucedida e é vendida até hoje, em sua terceira geração, e oferecendo uma variedade de carrocerias, motores e trações, sendo sempre dotada de fartas opções de equipamentos.

Atualmente, além da S-10 e TrailBlazer, a linha de utilitários esportivos da Chevrolet é composta pelos importados Equinox — de porte semelhante à primeira Blazer — e Tracker, mais compacta.

Do Chevette ao Astra, os divertidos médios da Chevrolet

Nos anos 70, a linha Chevrolet era basicamente composta pela Veraneio e pelo Opala — este um dos modelos mais apreciados pelos entusiastas automotivos brasileiros até hoje.

Porém, apesar de serem veículos bem-sucedidos, havia uma lacuna entre os carros da Chevrolet: faltava um modelo menor, com apelo mais esportivo e jovial. Com base nessa premissa, surgia, em 1974, o Chevette, que foi um dos carros novos da Chevrolet na época que foi o resultado uma acertada tentativa de desenvolver um carro compacto que caísse no gosto da população brasileira.

O Chevette era uma versão brasileira do Kadett, vendido pela Opel, subsidiária alemã da Chevrolet, e apresentava uma linha completa de modelos e carrocerias:

  • cupê 2 portas, a primeira variação de carroceria disponibilizada pelo Chevette;
  • hatch 2 portas, geralmente associado a versões com apelo mais esportivo;
  • sedan 4 portas, uma configuração rara no mercado brasileiro, produzida entre 1978 e 1988;
  • Chevy 500, uma das primeiras picapes leves nacionais, lançada em 1983 e fabricada até 1995, quando foi substituída pela picape Corsa;
  • Marajó, a versão perua, vendida entre 1980 e 1989.

Uma curiosidade no Chevette é a existência de uma rara versão sedan 4 portas com câmbio automático — uma verdadeira relíquia no mercado de usados.

Chevrolet Kadett e um novo fôlego entre os médios

Em 1988, o Chevette já estava perdendo fôlego no mercado nacional, sendo preterido, até mesmo, em relação ao Monza, que, na época, era o principal sucesso da Chevrolet no Brasil. Consciente disso, a marca lançou, em 1989, o Kadett, que não era nada mais que um Chevette de nova geração.

Vendido somente como hatch de duas portas, perua (Ipanema) e conversível, o Kadett logo caiu no gosto dos consumidores, principalmente por conta da sua versão GSI, um dos esportivos mais cobiçados no mercado de usados atualmente.

Moderno, luxuoso e com equipamentos raros para a época, como o câmbio automático, o Kadett foi produzido até 1998, sempre equipado com motores 1.8 e 2.0.

Chevrolet Astra, a consagração da Chevrolet no segmento dos médios

Em 1995, ocorreu um fato raro no mercado: três gerações de um mesmo carro conviviam nos shows-rooms da Chevrolet. Isso porque, assim como o Kadett era uma evolução do Chevette, nesse ano surgia o Astra, nada menos do que o Kadett em nova geração, em outros mercados.

Inicialmente importado da Bélgica, o Astra foi lançado com a pretensão de substituir o Kadett na gama de carros da Chevrolet, sendo oferecido igualmente como hatch e perua. Porém, a substituição, de fato, só ocorreu em 1998, com a nacionalização de sua segunda geração.

Mais moderno, o Astra nacional deu continuidade à tendência da Chevrolet de lançar hatchs e sedans médios que viraram sonhos de consumo dos brasileiros, chamando a atenção pelo seu desenho esportivo e até futurista para a época e também pelo desempenho do seu motor 2.0.

Durante a trajetória do Astra no mercado nacional, a Chevrolet sempre apostou na associação dele com esportividade e luxo, lançando versões requintadas, como o Sedan Elite, e esportivas, como o GSI.

Ao ser descontinuado, em 2012, o Astra era considerado um símbolo de requinte e custo-benefício, sendo hoje uma das melhores opções de carros usados para quem busca algo na faixa dos R$ 15 mil a R$ 25 mil. Carros Chevrolet e preços bons andam juntos, no mercado de usados.

Atualmente, a lacuna deixada pelo Astra no mercado nacional é ocupada pela linha Cruze. Mas, ainda assim, entre os carros Chevrolet usados, o Astra continua fazendo sucesso.

Refinados e absolutos, os sedans da Chevrolet

Do Opala, clássico dos anos 70, passando pelo Ômega, cuja alcunha de lançamento era ser o “carro absoluto”, até o atual Cruze, a Chevrolet sempre se destacou no segmento de sedans.

Entre 1984 e 1986, por exemplo, a marca conseguiu um feito: fazer com que um sedan médio fosse o carro mais vendido no mercado, superando o então líder Fusca na preferência dos consumidores.

Tratava-se do Monza, um dos carros da Chevrolet lançado durante a reestruturação de sua gama no começo dos anos 80. Posicionado acima do Chevette e abaixo do Opala, o carro foi conquistando aos poucos os consumidores, principalmente com o início de ofertas mais luxuosas, como o sedan de quatro portas com transmissão automática.

Um dos modelos mais icônicos do Chevrolet Monza, aliás, é o Classic 4P. Automático, lançado em 1986 e dotado de equipamentos de alto luxo para a época, além de ser oferecido com um potente motor 2.0, o qual, em 1990, foi melhorado com o ganho de injeção eletrônica.

Colecionando inúmeras séries especiais — Classic SE, Barcelona, Club, Class, 650, Hi-Tech, entre outras —, todas trazendo algum avanço tecnológico, o Monza foi vendido até 1996 e, atualmente, é um dos carros mais apreciados quando se trata de carros antigos da Chevrolet.

Vectra, pioneiro no mercado nacional

Em 1996, ainda não se falava muito de segurança automotiva no mercado nacional e alguns itens, como airbags, eram restritos a carros importados. Isso se manteve até a chegada da segunda geração do Vectra — a primeira foi lançada em 1993 —, a qual foi pioneira com o primeiro carro nacional equipado com airbags de série para motorista e passageiro.

Com um estilo que parecia um Monza evoluído, mais arredondado e futurista, o Vectra se consagrou como uma opção para quem desejava ter o requinte e a sofisticação do Ômega, mas não queria ou não podia desembolsar o que era pedido nele.

Requintado, potente, seguro e com uma ampla gama de equipamentos, que incluíam teto solar, piloto automático e câmbio automático, o Vectra virou sonho de consumo e foi vendido até 2011, sendo substituído pela linha Cruze, que está entre os carros da Chevrolet 2017 mais vendidos, com modelos a partir de R$ 96.790.

Agora que você já sabe quanto custa o caro Cruze da Chevrolet, já pensou em pesquisar mais sobre o modelo e adquirir um?

É importante lembrar que investir em acessórios para carros Chevrolet sempre será algo rentável, uma vez que, no momento de revenda, é um fator que ajuda muito na obtenção de um bom negócio.

Do Corsa ao Ônix, rumo ao sucesso

Em 1994, cada vez mais consumidores procuravam por carros urbanos, compactos e versáteis para o dia a dia, além de mais baratos de comprar e manter. De olho nesse perfil, a marca lançou a linha Corsa, originalmente vendida apenas como Hatch de duas portas.

Com linhas totalmente arredondadas, o carro logo chamou a atenção do mercado, se tornando um sonho de consumo a ponto de, nos primeiros meses, as concessionárias cobrarem ágios elevados pelo veículo.

O Corsa era oferecido com três opções de motores: 1.0 (que aproveitava o IPI mais em conta para carros populares), 1.4 e 1.6 (esta última disponível somente na versão GSI, com apelo mais esportivo). Mais adiante, surgiram outras opções de motores, como o 1.8, e de carrocerias:

  • hatch 2 portas, oferecida somente entre 1994 e 2001;
  • hatch 4 portas, que tinha uma característica inusitada: uma traseira diferente, mais verticalizada. Prosseguiu até 2012, já em sua segunda geração;
  • wagon, praticamente um hatch 4 portas com traseira alongada e porta-malas maior;
  • sedan 4 portas, a única variação a ser oferecida com câmbio automático — a partir de 1998 — e também a mais longeva, durando até 2016, quando já se chamava apenas Classic;
  • picape que, em sua segunda geração, foi rebatizada como Montana, conquistou o público pelo seu desenho moderno, jovial e esportivo.

O legado do Corsa foi tanto que, além das variações de carrocerias, outros modelos surgiram com base nele, como:

  • Celta;
  • Prisma (que em sua primeira geração era derivado do Celta, produzido até hoje como versão sedan do Ônix);
  • Ônix;
  • Agile;
  • Montana (hoje derivada do Agile);
  • Cobalt;

Ônix, o atual best-seller brasileiro

Desde o seu lançamento, em 2012, o Ônix é o “novo carro Chevrolet” que conquistou o público brasileiro pelo seu desenho jovial, sua farta lista de equipamentos e algumas heranças que consagraram o Corsa anos antes: robustez mecânica, plataforma e dirigibilidade, além de ser uma ótima opção para quem procura por um bom preço de carros novos da Chevrolet.

O sucesso do Ônix é tanto que ele foi um dos carros Chevrolet 2017 que vendeu quase 200 mil exemplares, liderando, de forma isolada, o ranking de vendas mês a mês. Tanto sucesso, que cresce a cada vez mais o número de pessoas que buscam por consórcio de carros Chevrolet. Diante disso, vale lembrar que é muito importante saber todos os detalhes sobre como funciona o consórcio de carros Chevrolet, para não correr o risco de ter decepções no caminho.

Hoje, a linha Ônix é composta por duas variantes de carrocerias: o hatch e o sedan Prisma, além da opção aventureira Activ, e, como reflexo do sucesso no mercado de 0 km, eles são um dos carros mais valorizados no mercado de usados. A cada vez mais o Ônix é vendido no mercado de carros seminovos Chevrolet.

Você chegou até aqui e está se perguntando qual o carro mais econômico da Chevrolet? O Ônix. Sim! O modelo é um dos que mais agrada quando o assunto é o consumo mínimo de combustível.

Como você pôde ver, a Chevrolet é uma das marcas que mais investiram no mercado automotivo brasileiro nas últimas décadas, conquistando os consumidores com veículos confiáveis, robustos e com bom custo-benefício, adequados para todos os bolsos, gostos e necessidades. Vale lembrar que logo estará disponível no mercado um novo carro da Chevrolet, o Bolt, carro elétrico Chevrolet que desembarca no Brasil em 2019.

E por todos os carros da Chevrolet serem tão marcantes e valorizados no mercado de usados, fica claro que vender carros usados Chevrolet não será tarefa difícil, não é mesmo? Qualquer modelo usado — em bom estado, claro — da montadora é uma opção segura de compra ou para se trocar de carro.

Diante de tantas características positivas, fica difícil afirmar qual o melhor carro da Chevrolet, não é mesmo?

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