Checklist de cuidados com o carro: 5 aspectos que você precisa conferir!

01/08/2018

Cuidar da manutenção do carro é necessário para garantir a durabilidade do veículo e a segurança dos usuários. Por esse motivo, é fundamental elaborar uma lista esmiuçando quais são os aspectos que devem ser conferidos periodicamente quando se trata de cuidados com o carro.

Siga conosco, pois, neste post, vamos apresentar um checklist de cuidados com o carro que todo proprietário deve ter. Aprenda a como cuidar do motor do carro e confira se você está tendo realmente esses cuidados!

Por que é tão importante cuidar bem do seu carro?

Cuidar bem do carro é um dever de todo bom proprietário, principalmente cuidados com a pintura do carro, já que o mau estado da mesma configura desvalorização no momento de revenda. A manutenção preventiva pode ser feita tanto nas oficinas mecânicas quanto em casa, pelo próprio dono. Isso porque existem coisas que o próprio dono pode fazer.

Manter seu carro sob bons cuidados é a melhor maneira de conservá-lo por um tempo maior, agregando valor a ele, além de aumentar sua vida útil. A manutenção adequada também permite evitar problemas graves (como acidentes fatais) e outros problemas menores no futuro ou mesmo em curto prazo.

Também é muito importante ter alguns cuidados ao comprar carros usados, pois é justamente a falta de manutenção de carros usados que pode te trazer problemas futuros. Portanto, cuide do seu carro e será bom para todos!

Ter os cuidados corretos também ajuda na hora de vender carro, pois reduz a desvalorização, que inicia a partir do momento em que o veículo sai da concessionária. É claro que um carro bem cuidado será mais valorizado pelo potencial comprador. Confira abaixo algumas dicas para cuidar do seu carro!

Quais os 5 aspectos considerar periodicamente?

Se você quer aprender como cuidar de seu carro, é necessário considerar 5 aspectos periodicamente. Vamos analisá-los a seguir.

1. Os pneus

Cuidar dos pneus é fundamental para a segurança e o bom desempenho do veículo. O pneu é um componente que tem uma vida útil relativamente longa. Veja mais detalhes a seguir:

TWI

Para saber qual o momento certo de trocar os pneus, é preciso ficar atento ao sinal oferecido pela própria fábrica. Nesse sentido, o TWI é um indicativo localizado em cada pneu.

Trata-se de uma marca (às vezes, uma seta) que serve para avisar ao motorista sobre o momento de comprar um novo pneu, ou seja, que sua vida útil chegou ao fim. Quando os sulcos estão mais fundos que essa marca, significa que o pneu deve ser substituído por um novo.

Calibragem

Também é preciso ficar atento à calibragem, que é a pressão certa em cada pneu conforme o manual do proprietário. Ela deve ser aplicada com os pneus frios, que não devem ter percorrido mais que 3 quilômetros.

Além dessa quilometragem, o contato dos pneus com o solo quente aumenta a temperatura do ar interno, que se expande e tende a distorcer a calibragem. Apesar de o carro rodar com 4 pneus, é necessário conferir a calibragem do estepe também.

Balanceamento e alinhamento

Além da calibragem, é preciso ficar atento ao balanceamento e ao alinhamento. Pneus desalinhados e não balanceados podem gerar acidentes em momentos delicados e contribuem ainda para aumentar o consumo de combustível e o desgaste deles.

Fique sempre atento a furos, bolhas e fissuras. Nem sempre é possível remendar ou recauchutar pneus. Muitas vezes, é fundamental a substituição por um pneu novo.

2. O óleo

Fazer a revisão do óleo também é dos mais importantes cuidados com o carro. Troque sempre que for necessário, seguindo as dicas abaixo:

Tipo de óleo

Existem diferentes tipos de óleo, incluindo o sintético e o mineral. Então, antes de tudo, é importante usar o tipo de óleo recomendado pelo fabricante e respeitar a quilometragem indicada por ele (evite ultrapassar esse limite sem trocar o óleo).

Momento mais adequado para verificação

O óleo jamais deve ser verificado com o motor quente. Nessa ocasião, o óleo estará circulando e dará a impressão de que há menos do que existe na realidade. É melhor realizar a verificação pela manhã, com o motor frio.

Caso as condições não permitam a análise pela manhã, aguarde, no mínimo, 10 minutos com o veículo desligado antes de realizar a verificação. Assim, você dará tempo ao óleo para voltar ao cárter.

Teste da vareta

Para a checagem, é necessário fazer o teste de vareta. O volume de óleo ideal é definido pelo fabricante no manual. É preciso observar se o óleo está entre as duas marcas da vareta. As marcas sinalizam o nível máximo e o nível mínimo ideais do óleo.

Limpe bem a vareta antes de fazer o teste com um pano que não solte fiapos, pois eles podem cair no motor (pode usar guardanapo também). Se o nível de óleo estiver abaixo das marcas e não entre elas, será necessário completar com um óleo do mesmo tipo (caso ainda não tenha chegado a hora de trocá-lo).

Se estiver acima das marcas, será preciso levar o carro a uma oficina ou chamar um mecânico experiente para que ele retire o excesso (sangramento). Se essa retirada for feita do modo errado, talvez você se veja obrigado a trocar o óleo antes do tempo.

Para retirar o excesso, é necessário usar o bujão do cárter que fica na parte inferior do motor. O excesso também pode ser retirado usando uma máquina de trocar óleo por sucção.

Verifique também se existem vazamentos de óleo e se ele não está queimando mais que o necessário (a cor e a consistência do óleo mudam).

3. A limpeza

Entre os mais importantes cuidados com o carro está o de mantê-lo sempre limpo. A limpeza pode mesmo ajudar a prorrogar a vida útil do veículo. O próprio proprietário pode fazer boa parte da limpeza do carro. Veja como:

Lavagem

Uma boa dica é lavar o veículo quando perceber que ele está sujo. Claro que você pode levá-lo ao lava jato, mas pode fazer esse serviço em casa mesmo. Só é preciso ficar atento para não danificar a pintura.

Antes de aplicar água, verifique se a lataria está fria. Inclusive, prefira os locais sombreados para a lavagem. Tendo isso em vista, coloque o carro na sombra nos dias mais quentes ou quando tiver chegado em casa, depois de o veículo estar em movimento, e espere 20 minutos para que toda a lataria esfrie. A precipitação pode fazer com que o sabão seque em contato com a lataria quente, provocando manchas. Deixe todas as partes molhadas até concluir a lavagem.

Considerando que o calor pode provocar danos, você não deve lavar o veículo com água quente nem morna — somente fria ou abaixo de 60º C.

Escolha os produtos adequados para lavar o carro. Se não fizer uso de sabão neutro, utilize apenas produtos específicos para carro (existem, por exemplo, xampus para veículos). E não aplique detergentes, pois eles têm ingredientes que podem danificar a pintura, causando manchas.

Feche os vidros e retire todos os tapetes para que sejam lavados também. Só passe sabão se for preciso e eles estiverem realmente muito sujos, pois o mais recomendado é passar apenas água e colocar para secar.

Com a mangueira, lance muita água sobre a lataria, certificando-se de que todas as partes estão molhadas. Dissolva o xampu dentro de um balde d’água e ensaboe uma região, enxaguando-a depois. Passe para outra área somente quando concluir a anterior. É aconselhável seguir uma ordem coerente para a lavagem, como: teto, vidros, capô, porta-malas, para-choques e rodas.

Nas rodas, existem determinados produtos — alguns à base de silicone — que deixam os pneus com um visual de novo.

Secagem

Para secar, use uma flanela ou pano que não deixe fiapos caírem. Um bom pano ajuda a dar brilho e não provoca manchas. Mas só use panos quando o veículo estiver totalmente limpo, já que, em um carro sujo e seco, o pano pode arranhar a lataria (a poeira fica no pano).

Para a secagem dos vidros, pode-se usar as palhetas de para-brisa, realizando movimentos parecidos com os de um rodo e retirando, assim, a água excedente. Mas não se deve fazer força, e sim movimentar com delicadeza.

É importante também limpar o carro por dentro, passando aspirador nos bancos, no carpete e no teto. Para limpeza das portas e do painel, utilize um pano umedecido com água. Outro detalhe importante é saber como cuidar do banco de couro do carro, usando sempre os produtos corretos.

Só recoloque os tapetes quando eles estiverem totalmente secos, para evitar que o veículo fique com um odor desagradável. Você também poderá colocar aromatizantes específicos dentro do carro. A improvisação também é válida, como embeber um pouco de perfume em um chumaço de algodão e passar no carro.

Aplicação de cera

Depois da limpeza dele, é possível passar cera para melhorar ainda mais o visual. É um procedimento que só deve ser realizado com o carro completamente seco. Não use muita cera e só aplique o produto em superfícies que sejam lisas, evitando as áreas de plástico e emborrachadas.

A cera deve ser passada em quantidades pequenas e em movimentos circulares. Faça a reposição de cera todo os meses para conservar a mesma aparência do veículo.

A aplicação de cera não depende de uma cor específica do veículo. Ela vale para quem quer ter cuidados com carro preto, tanto para quem busca aprender a como cuidar de carro branco.

4. A documentação e o seguro

Para andar dentro da lei, é fundamental dirigir com a documentação do veículo, a carteira de motorista (CNH) e a carteira de identidade (RG). Veja os detalhes envolvendo os principais documentos a seguir:

CNH

A carteira de motorista é o documento que permite que o motorista dirija um veículo específico. Para conseguir a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) pela primeira vez, é preciso frequentar uma autoescola e ter aulas, além de fazer exames que certifiquem a capacitação do aluno para dirigir o carro.

Para tirar a carteira de motorista, é preciso ser uma pessoa alfabetizada, ser imputável do ponto de vista penal e ter RG e CPF. O documento tem 5 anos de validade e está dividido nas seguintes categorias:

• A: motos e outros veículos de 2 ou 3 rodas;

• B: automóveis e outros veículos de 4 rodas ou mais (com peso máximo total de 3.500 quilos, ou 3,5 toneladas, e volume máximo para 9 pessoas);

• AB: automóveis e motos;

• C: caminhões e outros veículos motorizados usados no transporte de cargas (com peso superior a 3,5 toneladas);

• D: ônibus e vans;

• E: combinação de veículos que têm engate ou alguma unidade acoplada (por exemplo, reboque, semirreboque, trailer) e tenha volume máximo para 8 pessoas.

Guiar o veículo sem portar a carteira de motorista pode causar multa muito alta, pois essa infração é considerada gravíssima. Também existe o risco de apreensão do carro.

O motorista não pode guiar o veículo com CNH vencida, suspensa ou cassada, ou dirigir um veículo diferente daquele que sua carteira de habilitação permite, ou seja, dirigir outra categoria de veículo. Ele ficará sujeito a multas e outras penalidades (até o recolhimento da CNH).

CRLV

Além da CNH, os documentos principais do carro incluem o CRLV e o CRV. O CRLV é o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (mais conhecido como licenciamento), que confere ao motorista o direito de andar pelas ruas ou rodovias guiando um veículo. Esse documento só é liberado após o pagamento de tributos do Estado.

Esses tributos e pagamentos envolvem o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), o seguro obrigatório e a taxa de renovação de licenciamento, além de possíveis multas. A taxa de renovação do licenciamento só pode ser paga à vista, em bancos que têm convênio com o DETRAN estadual por meio de uma guia exclusiva. O documento é enviado para a casa do motorista pelos Correios.

Assim, ao pagar o CRLV, você paga automaticamente pelo seguro obrigatório, o DPVAT (Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre). Esse seguro indeniza as vítimas de acidentes provocados por carros em vias terrestres do território brasileiro. A cobertura envolve acidentes de morte e invalidez permanente, fazendo o reembolso de gastos com médicos e outras despesas.

Se o motorista for pego pela polícia sem portar o CRLV, ele será multado e perderá pontos na carteira de habilitação.

CRV

O CRV é o Certificado de Registro do Veículo. Trata-se de um documento de identificação do veículo (como o RG para a pessoa física). Nele, estão registrados o número do chassi e da placa, bem como o ano de fabricação, o modelo e o combustível usado (gasolina, álcool, diesel). Quando são realizadas alterações na estrutura ou na pintura do carro, elas devem ser comunicadas ao DETRAN estadual, para que ele modifique o CRV.

O CRV é diferente de outros documentos, pois não tem data de validade, com o pagamento sendo feito em taxa única. Ele também é chamado de Documento Único de Transferência. Deve ser guardado em local seguro, mas não é obrigatório para dirigir. Caso o motorista deseje revender, o CRV é indispensável na venda do carro usado.

5. A manutenção preventiva

A manutenção preventiva envolve cuidados com o carro zero ou usado que devem ser periódicos, preferencialmente, todo mês e, em alguns casos, toda semana. Abaixo, veja como manter um carro com a manutenção preventiva em ordem:

Líquido de freio

É recomendado verificar mensalmente o líquido de freio. Se o reservatório estiver abaixo do esperado, isso pode significar a existência de algum vazamento. Nesse caso, será necessário substituir peças ou realizar algum reparo.

Se não se identificar nenhum vazamento, a redução no líquido de freio pode estar relacionada ao desgaste dos discos de freios e das pastilhas. É importante, então, levar o carro a um mecânico para que o sistema de frenagem seja submetido a uma análise integral.

Sistema de correias

O sistema de correias dentadas deve ser trocado a cada 50 mil quilômetros aproximadamente (verifique o tempo certo no manual do proprietário). Esse sistema permite sincronizar o eixo de comando das válvulas com a árvore de manivelas. A quebra nas correias dentadas pode provocar a trava do motor e prejudicar outros componentes.

Sistema elétrico

A bateria armazena a energia produzida pelo alternador. Essa energia permite o funcionamento adequado do sistema elétrico do carro. Boa parte das baterias modernas é “selada”, isto é, dispensa o acréscimo de água, mas ainda necessita de alguma manutenção.

É preciso observar os cabos e certificar-se se eles estão limpos (livres de zinabre) e bem anexados aos polos. O motorista deve testar periodicamente o desempenho da carga e da partida, da bateria, do alternador e do motor de partida.

Ainda em relação ao sistema elétrico, convém ficar alerta a luzes de aviso e faróis, pois eles são itens essenciais para dirigir e reduzir a possibilidade de acidentes. Os faróis devem se manter bem alinhados, pois, somente assim, oferecem melhor visibilidade ao próprio motorista do carro e aos outros condutores.

Sistema de resfriamento

O sistema de resfriamento (ou arrefecimento, como é mais conhecido tecnicamente) se encarrega da refrigeração no motor do carro. Se apresentar problemas, o motor tende a aumentar o consumo de combustível e pode prejudicar certos componentes (por exemplo, a junta de cabeçote). É preciso avaliar qual o nível de água dentro do reservatório de expansão. Devem ser respeitadas as medidas conforme os limites do reservatório (limite máximo e limite mínimo).

Caso o sistema necessite de abastecimento constante de água, o melhor é levar a uma oficina para analisar com mais profissionalismo o problema. Alguns postos de gasolina costumam colocar aditivos de forma indiscriminada, fato que pode gerar sérios problemas no motor.

Ar-condicionado

O ar-condicionado e o filtro de ar também precisam de manutenção preventiva. Geralmente, mau cheiro no interior da cabine e queda no desempenho do aparelho de ar-condicionado indicam que ele deve ser analisado. O filtro de ar também precisa de manutenção, pois seu mau desempenho contribui para aumentar o consumo de combustível.

Direção hidráulica

A direção hidráulica contribui para deixar o controle do veículo mais leve. Para desenvolver o melhor desempenho, ela precisa que o fluido esteja dentro dos limites definidos pela empresa fabricante. Algumas vezes, é necessário levar o carro a uma oficina para o preenchimento do líquido, mas, em outras situações (menos comuns), é possível que o próprio dono do veículo faça esse procedimento.

Outros componentes que demandam cuidados

Os cuidados com o óleo e os pneus também fazem parte da manutenção preventiva. Além de todos esses, podemos destacar os cuidados com os limpadores de vidros (não pode faltar água para a lavagem deles), as palhetas dos limpadores, a embreagem, a qualidade do combustível, a validade do extintor de incêndio, o próprio motor, a pintura e assim por diante.

Diante de defeitos encontrados, a solução é apelar para a manutenção corretiva e:

• reparar pequenos amassados;

• renovar a pintura;

• passar cera/outro produto específico para encobrir/retirar pequenos arranhões;

• reformar a estrutura naquilo que for preciso para garantir a segurança nas estradas e a redução do nível de desvalorização do veículo.

Quais são os cuidados com o carro antes de viajar?

No caso de viagens, o proprietário precisa se ater a aspectos mais urgentes, aqueles que efetivamente podem interferir no deslocamento do veículo de seu ponto de origem até seu destino.

O abastecimento do tanque é um dos cuidados com o carro mais fundamentais para quem vai viajar. Essa estratégia evita que você fique parado no meio de uma estrada deserta por falta de gasolina, o que, além de muito desagradável, é muito perigoso.

Aproveite e trace uma rota que contemple rodovias mais seguras (baixa ou nenhuma incidência de assaltos), com boa infraestrutura e postos de combustível confiáveis (que não vendem gasolina adulterada).

Para garantir que o veículo realmente está apto para fazer a viagem, entre as coisas que você precisa saber é que é fundamental fazer a revisão com um profissional de sua confiança. Muitas pessoas preferem realizar sozinhas esse procedimento, mas os olhos de um mecânico são mais aguçados para identificar falhas e sua experiência ajuda a dar boas sugestões. A revisão deve incluir:

• verificação dos freios: o sistema de freios deve ser revisado a cada 10 mil quilômetros percorridos;

• verificação das lanternas: se for necessário, substitua esses itens e evite problemas na estrada com lanternas em mau funcionamento ou quebradas;

• revisão da suspensão: é importante sair de casa (principalmente, se o destino for muito distante) com a suspensão e os amortecedores em boas condições (como muitas rodovias, ou trechos de rodovias, encontram-se em péssimo estado, a suspensão e os amortecedores podem sofrer grandes prejuízos durante a viagem);

• calibragem, alinhamento e balanceamento dos pneus;

• verificação da quantidade de óleo;

• verificação do filtro de ar;

• análise do nível da água dentro do radiador;

• avaliação das luzes do painel;

• conferência das ferramentas levadas (macaco, chave de roda, chave de fenda, triângulo), de peças de reposição (lâmpadas, fusíveis, velas) e do estepe;

• revisão do cinto de segurança (item fundamental para a segurança individual de cada passageiro);

• observação para certificar-se de que não existe nenhum tipo de vazamento;

• verificação da direção (seja hidráulica ou não);

• disposição adequada da bagagem no porta-malas e/ou dentro do carro, de modo que não atrapalhe a visão traseira do motorista, não comprometa o conforto dos usuários, nem ultrapasse o limite máximo de carga do veículo;

• uso de películas UV para bloquear a radiação solar intensa, que sejam permitidas pela lei.

Neste post, vimos os principais cuidados com o carro que é preciso ter periodicamente a fim de garantir a durabilidade dele e a segurança de todos que usam o veículo, ou seja, você e sua família.

Não se pode esquecer da importância da documentação e do seguro do veículo. Se preferir, poderá contratar até outros seguros além do DPVAT, com coberturas mais abrangentes. Mostramos também os cuidados especiais que você deve tomar antes de uma viagem, para que ela seja feita de forma segura, minimizando os riscos durante o trajeto.

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