Venda de carro: 7 mitos e verdades que você precisa entender

12/12/2018

Se você já tentou vender um carro usado, sabe que essa tarefa não é nada fácil. Afinal, costuma existir muita desconfiança envolvida nesse tipo de negociação, especialmente por conta da propagação de mitos e verdades sobre a própria venda de carro. Eles são muito comuns, e já estão no subconsciente de muitas pessoas.

Pensando nisso, se você quer comercializar o seu veículo de forma descomplicada, é fundamental se inteirar sobre o assunto. Então, continue lendo este post e descubra o que, realmente, é verdade e mentira nesse universo!

“Veículos brancos, pretos e pratas têm revenda mais fácil”

Verdade. Os modelos dessas cores são, sim, mais “comercializáveis”, pois muitos compradores já procuram veículos desse tipo. Além disso, essas colorações costumam ser padronizadas, ou seja, não apresentam grandes variações — outro ponto que ajuda muito quem tem tais preferências e não gosta de ser surpreendido.

Por outro lado, o verde e o azul são um ótimo exemplo de cores que podem apresentar uma variação muito significativa (como verde-musgo, oliva, azul anil, azul-claro etc.). Isso pode parecer bobagem, mas vários compradores apresentam resistência ou não gostam de carros dessa cor. Portanto, se você está apostando na venda de carro com as cores tradicionais, é bem provável que tenha mais facilidade.

“Carros que tiveram um único dono são mais valorizados”

Mito — e um muito difundido nos dias de hoje. Antes de mais nada, é bom ter em mente que existem donos e donos. Se, por um lado, pode ser que um único proprietário tenha preservado o carro e disponibilize um pouco mais de noção do histórico deles, também pode ser que essa pessoa não tenha tido nenhum cuidado com o veículo nesse tempo.

É isso mesmo: a maneira de dirigir, a manutenção e outros cuidados podem fazer com que o veículo de um único dono tenha uma conservação pior do que aquele que já passou na mão de mais de um proprietário, se todos eles tiverem sido cuidadosos.

Por isso, na hora de anunciar o seu veículo para a revenda, divulgue se você foi o único dono ou não, mas vá além disso: aproveite para dar detalhes sobre como o veículo foi cuidado nesse tempo, o manual do proprietário, a quilometragem e o que mais considerar importante.

“A quilometragem é muito importante”

Verdade. Analisar e divulgar a quilometragem do veículo é outro ponto muito importante para uma venda de carro. Entretanto, como adiantamos, nem sempre os valores mais baixos representam as melhores opções — e alguns compradores já sabem disso.

Pode ser que o veículo tenha ficado parado por muito tempo, não recebendo todas as manutenções de que precisava. Nesse caso, talvez ele aparente estar em boas condições no momento da venda, mas muitos dos seus sistemas estejam comprometidos.

Então, para não sofrer com a desconfiança, divulgue sim a quilometragem do veículo, mas dê informações complementares, que ajudem em uma ponderação mais criteriosa. Considere quantos quilômetros o carro deveria ter para o seu tempo de uso e, para ser ainda mais eficiente, dê evidências de que o odômetro não foi alterado.

“É mais vantajoso vender o carro no final do mês”

Mito. Essa é outra ideia muito comum quando o assunto é venda de carro. Diversas pessoas pensam que os vendedores correm atrás de suas metas com mais afinco no fim do mês — e que isso faria deles mais flexíveis nas negociações. Pois bem, por mais que essa lógica faça sentido, nem sempre ela se aplica.

Você pode, por exemplo, deixar o seu veículo na mão de um vendedor que já bateu a meta. Logo, ele não teria tanto engajamento em ajudar. Além disso, existe um outro lado: o começo do mês é o período em que o vendedor está mais pressionado para vender. Caso tenha tido um resultado ruim no mês anterior, ele sabe que precisa correr atrás desse prejuízo; já se o seu mês passado tiver sigo bom, ele sabe que precisa começar com a meta desse novo período.

Essa é uma prova de que não existe aqui uma fórmula certa para aqueles que apostam em um vendedor para comercializar o seu carro. O importante é pesquisar e procurar as melhores alternativas.

“Concessionárias desvalorizam excessivamente o carro na hora de comprá-lo”

Mito. Muitas pessoas pensam que não vale a pena negociar com concessionárias, pois elas desvalorizam demais o veículo, mas é importante lembrar que esse ponto depende muito da capacidade de negociação de cada pessoa.

Caso elas ofereçam um valor mais baixo que o mercado, uma boa alternativa é pedir um desconto maior na compra do veículo desejado (caso deseje fazer a troca, é claro). Essa é uma ótima moeda de troca — sem contar que não descarta a confiabilidade de se negociar com uma empresa, além de outras vantagens de fazer a venda para uma concessionária.

“É mais vantajoso investir em um seminovo depois dos dois primeiros anos”

Verdade. Se você está pensando em revender o seu modelo e investir em um seminovo, esta é uma informação importante: os dois primeiros anos de um modelo representam o período de maior desvalorização do automóvel.

Quem compra um carro depois desse período pode encontrar um negócio mais atrativo, pois os veículos ainda contam com garantia de fábrica, mas estão com preços mais acessíveis. Inclusive, algumas empresas de aluguel de carro já perceberam isso e apostam hoje na revenda de veículos depois de um ano de uso.

“Vale mais a pena vender o carro por conta própria”

Mito. Esse é mais um mito bem comum, pois vários vendedores têm a sensação que precisam desembolsar muito dinheiro para que uma empresa faça isso por eles. É claro que essa pode, sim, ser uma verdade em alguns casos, mas existem hoje diversas opções seguras, rápidas e muito eficientes.

Os interessados podem usar plataformas on-line, por exemplo, e vários outros meios oferecidos pelas empresas para viabilizar uma venda de carro ainda mais fácil. Sem dúvida, você vai ver que os resultados podem ser mais rápidos com essa ajuda!

Enfim, depois de ler este post e conhecer alguns dos principais mitos e verdades sobre a venda de carro, ficou bem mais fácil saber que pontos merecem atenção nas próximas negociações, não é mesmo? O mais importante, como vimos, é pesquisar e conhecer as melhores alternativas.

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