Vale a pena financiar carro em longas prestações?

16/10/2017 importância do recall

A maioria das pessoas, em algum momento da vida, decide comprar um carro para facilitar algumas questões de transporte. Ter um veículo próprio para o transporte da família, ainda mais tendo filhos pequenos, realmente faz diferença. Não só nesse caso, mas em várias ocasiões se locomover de carro é muito melhor do que de ônibus, por exemplo. No entanto, comprá-lo não é uma tarefa tão simples. A fim de pagar a preço à vista, juntar R$ 30.000, geralmente, demora. Então, a maioria dos consumidores opta por financiar carro, visto que, ao definir um número de parcelas a serem pagas para quitar o veículo, a pessoa sai da loja já dirigindo o automóvel novo.

O financiamento de carros, entretanto, não se dá simplesmente pela divisão do valor do automóvel em parcelas iguais ao longo de um certo tempo. Afinal, são os bancos que normalmente financiam a compra do carro, e eles querem lucrar de alguma maneira em cima disso. Para tal, se utilizam das taxas de juros do financiamento. Inicialmente os números desses juros podem ser pequenos, mas, já parou para pensar o quanto isso custa ao nosso bolso a longo prazo? Confira neste post da Instacarro as formas de financiamento  e se vale mais a pena financiar carro ou pagá-lo à vista.

Formas de financiar carro

Quem nunca chegou a pegar um financiamento de carros provavelmente, na primeira vez, se pergunta: “como financiar meu carro?” Bom, nesse caso, há três opções: o CDC (Crédito Direto ao Consumidor), o leasing e o consórcio de carros. São alternativas diferentes, com taxas diferentes e modelos de negócio também diferentes. Não necessariamente há uma mais vantajosa do que todas — varia de acordo com a situação financeira do cliente e a sua urgência em adquirir um automóvel. Confira mais sobre as três opções para financiar carro:

Crédito Direto ao Consumidor (CDC)

Pelo CDC, a pessoa recorre ao banco para pedir um empréstimo a prazo. É a forma de financiar carros mais utilizada pelos consumidores. Quem já possui uma porcentagem do valor do veículo para pagar a parcela de entrada, normalmente busca um CDC para poder adquirir o carro. O carro estará no nome da pessoa, porém, ele não poderá ser negociado até que o financiamento seja totalmente quitado.

O CDC é tão popular entre as formas de financiar carro que as próprias montadoras possuem seus bancos — na maioria dos casos, negociam o financiamento com taxas de juros menores. Porém, o consumidor pode optar por realizar o processo com algumas das maiores instituições financeiras do país, como Bradesco, Itaú ou Santander, onde a negociação do valor dos juros ao mês tende a ser mais fácil.

Essa forma de financiar carro usado ou novo pode até ser é um bom negócio, mas, antes de adquirir um empréstimo por CDC junto aos bancos, é importante saber o seu Custo Efetivo Total (CET). O CET é o valor de tudo o que será pago para realizar o empréstimo. Para esse cálculo, são consideradas as taxas de juros, as tarifas de abertura de crédito, impostos, seguros e outros gastos adicionados à dívida.

Leasing

Pelas suas condições, o leasing não é uma forma de financiar carro muito buscada pelos consumidores. O consumidor define o valor financiado junto a empresa de leasing, acertando as taxas de juros e a quantidade de parcelas mensais, e paga até todas as prestações estarem quitadas. Só então que, por contrato, o carro será completamente de posse do dono. Antes disso, o veículo estará no nome da empresa financiadora. A relação, portanto, é de como se o consumidor estivesse alugando o carro enquanto paga as prestações.

O leasing pode ser interessante para quem pensa em adquirir um certo modelo de carro mas não tem certeza se é mesmo a melhor opção. No meio do aluguel, o consumidor pode desistir do veículo, pagando uma multa e se livrando das prestações.

Consórcio

Pode até ser estranho chamar o consórcio de carros de financiamento, mas, sendo feito de uma forma totalmente diferente, ele não deixa de ser uma forma de financiar meu carro. Nesse caso, o consumidor faz parte de um grupo com outros compradores, que é organizado por uma administradora de consórcios. Para participar, o cliente assina um contrato com a empresa que cuida do consórcio — pode durar até 84 meses —, precisando cumpri-lo até o fim, mesmo se for contemplado com a carta de crédito.

Essa carta, inclusive, é o prêmio concedido pelo consórcio. Enquanto fizer parte do grupo, o consumidor está sujeito a ser o sorteado do mês e ganhar o crédito. A carta de crédito possui um valor que o sorteado utiliza para adquirir o seu novo automóvel, e ela só pode ser usada com a finalidade de comprar um carro, seja novo ou usado. Caso o consorciado não utilize o valor do crédito em sua totalidade, ele pode ser aplicado para quitar prestações futuras — como dito antes, o consumidor deve quitar as prestações até o fim do contrato.

Fora a opção do sorteio, o consorciado, se possuir condições, pode oferecer um lance pela carta de crédito. O valor do lance se baseia na quantidade de parcelas do consórcio que o associado está disposto a quitar antecipadamente. Nesse caso, o maior lance leva.

Financiar carro x pagamento à vista

Para comprar veículo financiado, devemos pensar sobre várias questões além da quantidade de parcelas e do seu valor.  Os bancos trabalham com taxas de juros, o que faz com o valor real do veículo acabe sendo muito maior do que o anunciado. O juros ao mês pode ser de 0,99%, mas, pensando anualmente, se torna 12,55% de juros ao ano. Para tomar como base: com essa taxa de juros, em 60 parcelas, R$ 12.680,21 acabam se tornando R$ 17.940 — o valor da parcela, nesse caso, seria de R$ 299. São R$ 5.259,79 a mais do que o montante original justamente por causa dos juros do banco.

Quanto mais parcelas forem acertadas com o banco, mais tempo a pessoa terá que arcar com os juros, que são cobrados mensalmente. Ou seja, quanto maior for o tempo de pagamento, maior será o valor pago. Portanto, sem dúvidas, planejar a compra de um carro à vista será sempre mais vantajoso para o nosso bolso. A questão, nesse caso, é a paciência para poupar o valor. Se a pessoa acredita que pode aguentar um determinado tempo sem carro ou mesmo com um veículo antigo e com mecânica duvidosa, o melhor negócio é esperar para poder pagar o carro à vista.

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