Vendas de veículos: como o brasileiro movimenta esse mercado?

13/06/2018

O brasileiro é apaixonado por carros. Já faz parte do cotidiano popular olhar com frequência os sites e os classificados de venda de veículos para analisar o mercado para a próxima aquisição.

Mesmo em tempos de crise, anualmente cresce a frota de veículos circulando pelas ruas. Nesse último ano, a compra de veículos usados está em alta. O mercado de venda de veículos usados está aquecido, e os consumidores estão cada vez mais dispostos a gastar com a compra de carros e seus acessórios.

Pelo carro ser um objeto de desejo, na hora da venda de veículo, argumentos como “um carro faz você mudar de hábitos sociais ou de estilo de vida”, por exemplo, mexem com a cabeça do consumidor que, motivado, finaliza a compra.

Sem medir esforços, o brasileiro tira seu dia de folga para passear por concessionárias, feirões de carros e passa horas a fio para fazer pesquisas em sites especializados.

Contudo, a venda de veículos no Brasil é bastante diferenciada e, por isso, tem algumas características muito peculiares. É preciso também tomar certos cuidados ao vender um veículo e com o contrato de venda de veículo. Vamos conhecer um pouco mais desse mercado de veículos à venda e aprender sobre o que é necessário para vender um veículo?

Como é o mercado de venda de veículos no Brasil?

A economia brasileira passou por períodos de recessão mais severos, porém o mercado automobilístico começou a se fortalecer novamente nesse último ano, registrando aumento na frota de veículos.

Quando falamos dos carros zero quilômetro, os recordistas em venda são o Chevrolet Ônix e o Hyundai HB20, carros de passeio da categoria popular. Mas os SUVs também tiveram altas expressivas no número de unidades vendidas.

No mercado dos usados, o aquecimento das vendas foi ainda maior. Os consumidores buscam por marcas que tradicionalmente apresentam durabilidade e baixo custo de manutenção. Nessa lista dos mais vendidos no último ano, os campeões foram: Volkswagen Gol, Fiat Uno, Fiat Palio, Chevrolet Celta e Chevrolet Corsa.

Traduzindo em números, o mercado dos usados está mais aquecido, já que foram mais de nove milhões de vendas realizadas somente no último ano, enquanto os novos emplacamentos superaram a marca dos dois milhões de carros novos.

Mas, afinal, quais os fatores que colaboram para essa diferença tão grande, além do período de crise econômica?

Impostos

Em 2017, o Governo Federal extinguiu os subsídios do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para venda de carros de fabricação nacional. Com isso, os valores dos carros subiram de 10 a 20% nas lojas.

Com esse aumento, os clientes ficaram mais receosos em investir o dinheiro na compra de carros zero quilômetro, já que nessa mesma linha, na hora da venda, a desvalorização do veículo é ainda mais alta.

Negociação

A margem de negociação na venda diretamente na concessionária teve uma redução no valor pago para os clientes. Os bônus para compra de carro zero quilômetro eram mais altos, assim a oferta de preço pago para o carro usado era mais atrativa.

Crédito

O financiamento do carro novo ficou mais difícil, já que as linhas de crédito ficaram menores e a taxa de juros subiu com as variações econômicas.

O número de negociações de veículos usados com pagamento à vista é relativamente mais alto do que nas compras de carros novos.

Carros populares são os mais vendidos

O setor automobilístico para brasileiros também apresenta algumas peculiaridades interessantes. Os carros mais vendidos, tanto novos quanto usados, são os populares e os de passeio.

Quando falamos dos carros novos, as vendas são registradas em maior número para carros de passeio, do estilo hatch, com motorização 1.0 e alguns poucos opcionais, que estão inclusos nos itens de série.

No mercado de seminovos e usados, as vendas são puxadas por veículos mais populares de marcas tradicionalmente conhecidas no mercado brasileiro, como Volkswagen, Fiat e Chevrolet.

A diferença fica por conta do conforto e potência do motor. Esses carros usados normalmente são equipados com mais opcionais, como ar-condicionado, vidros e travas elétricas, além de potências 1.4 e 1.6, que permitem uma melhor retomada de velocidade do veículo.

Outro segmento que puxou as vendas para cima foram os carros comerciais leves, as pick-ups de pequeno porte como a Fiat Strada, Volkswagen Saveiro e Chevrolet Montana.

A expectativa para 2018 é a constante melhora do mercado, junto da economia do país. Os carros usados devem continuar sendo a opção mais interessante pela desvalorização dos novos.

Como saber calcular a desvalorização do veículo?

Depois de tomar a decisão de vender ou trocar o carro, é importante saber quanto, de fato, seu veículo está custando. No mercado, o veículo tem um valor diferenciado daquele que foi pago no momento que foi comprado novo na loja.

Alguns fatores devem ser levados em consideração na hora de calcular o preço que você vai colocar para a venda do veículo.

Mas, afinal, você sabe como calcular a desvalorização do seu carro? Sabe quanto ele vale para ser vendido e os diferentes tipos de negociação que você pode realizar? Aqui na Instacarro realizamos a inspeção veicular de forma rápida e segura.

Para lhe ajudar a entender o valor do seu carro, vamos explicar quais as negociações que valorizam o seu veículo e suas vantagens. Vamos lá?

Tipos de negociação

Pessoa física

Essa é a negociação mais interessante para o vendedor. Sem atravessadores, os envolvidos na venda de veículo financiado à terceiro acabam lucrando mais com o negócio. A venda pode ser negociada em feirões de carros, em sites e aplicativos de classificados de veículos.

O valor do carro é calculado com base na tabela FIPE. De acordo com o ano e o modelo, na hora da venda direta para pessoa física você terá uma desvalorização média de 10% ao ano, como é feito no cálculo da tabela.

Alguns opcionais fora dos itens de série podem ser negociados à parte. Alguns exemplos são o sistema de som automotivo, lâmpadas e faróis, em geral os itens que podem ser instalados com maior facilidade.

Revendedoras

Quando você busca uma loja para vender seu carro, possivelmente os vendedores pedirão que você deixe seu carro em consignação. Na prática, isso significa que você deixa o carro na loja para que seja vendido. As cláusulas de porcentagem da taxa de empresa devem estar previstas no contrato.

Via de regra, a loja coloca seu carro à venda por um valor maior do que vai lhe pagar. A negociação desvaloriza cerca de 20% do preço da tabela FIPE. Ao menos você deve tentar que a comissão da empresa já esteja embutida nessa desvalorização.

Concessionárias

Em geral, essa é a modalidade de venda que o proprietário perde mais com a desvalorização. Na prática, vender para concessionária é entregar o carro como parte de pagamento de um veículo zero quilômetro.

Normalmente, as concessionárias desvalorizam o carro podendo chegar a 30% do valor que está calculado na tabela FIPE. Quando as empresas trabalham com bônus para troca, usualmente a desvalorização do seu veículo é ainda mais alta.

Calculando a desvalorização

É importante estar atento para a desvalorização do veículo desde o momento da escolha do carro. Optar por carros que sofram menos perdas no decorrer dos anos é uma forma de economizar a longo prazo.

A desvalorização está presente no valor do veículo, não somente na compra, mas com o passar dos meses. Seja o veículo zero quilômetro, seja seminovo, seja usado: todos desvalorizam!

Para entender como funciona, é preciso saber que a desvalorização nada mais é do que a redução real do valor do carro durante a vida útil do bem. Ao sair da concessionária, o carro perde valor gradativamente, mês após mês.

Na prática, o carro perde em média 10% do valor por ano. Alguns modelos importados, por exemplo, podem perder até 20% ao ano nos primeiros três anos após sair da loja. Vamos para as contas?

Para você saber qual o valor real do seu veículo, siga o passo a passa da venda de veículo:

Passo 1

Pegue a nota fiscal e veja o valor pago pelo veículo e o ano da compra. Por exemplo, você pagou R$ 30 mil em abril de 2015, em um carro de uma determinada marca e modelo.

Passo 2

Divida o valor do veículo pela quantidade de anos da vida útil (que o mercado entende como sendo cinco anos). Ou seja, divida R$ 30 mil por 5. O valor que você encontrará é a desvalorização anual do seu carro. Nesse caso, R$ 6 mil.

Passo 3

Para saber a desvalorização mensal, é só dividir esse valor anual por 12 meses. Portanto, seu carro desvaloriza R$ 500 ao mês.

Passo 4

Para descobrir quanto vale seu carro em maio de 2018, é só calcular: seu carro sofreu uma perda de R$ 18.500,00, e 3 anos e 1 mês depois da compra ele vale R$ 11.500,00.

Ao planejar vender ou trocar de veículo, é importante levar em consideração essa conta. Essa é a perda real do automóvel a cada ano de utilização.

Por isso, dentro do raciocínio de perder menos dinheiro com as negociações de veículos, é recomendado trocar de carro a cada dois anos, para que o investimento não sofra tanta desvalorização. Outra dica é investir em customizações de veículo que agreguem valor.

Importado x nacional

Ao pesquisar um carro para comprar, também deve ser levado em consideração se o veículo é de fabricação nacional ou importada. Na hora da venda isso tem um peso muito grande na negociação.

Algumas marcas de veículos importados estão aumentando suas vendas no mercado brasileiro, porém, na reposição de peças e manutenção têm deixado a desejar. Carros que têm alto custo de reparo e que faltam peças para reposição, normalmente, são rejeitados por futuros compradores.

As marcas de veículos nacionais ainda dispõem de um valor de manutenção mais baixo e a reposição de peças é mais acessível. Os carros produzidos no Brasil são disparados os mais vendidos entre os seminovos e usados.

Por que a venda de veículos usados está em alta?

Dois fatores importantes colaboraram para que o segmento registre um crescente aumento, mesmo no momento difícil que a economia brasileira vem vivendo. Você sabe quais são? Vamos a eles:

Linhas de crédito

O fator econômico tem pesado muito para o crescimento. As linhas de crédito para compra de veículos novos estão mais restritas. Porém, para compra de veículos seminovos e usados, o consumidor tem a opção de usar o crédito pessoal ou o financiamento bancário para fazer a compra. Realizando a compra, realize com atenção o contrato de compra e venda de veículo usado.

Outro fator são os preços. Os carros usados são mais acessíveis a uma grande parcela da população brasileira. A desvalorização é menor a partir do terceiro ano de uso do veículo, por isso a variação de preço entre as marcas e modelos é menor.

Custo x benefício

Ao colocar na balança as opções de veículos novos e usados, os opcionais e motorização agregam valor ao carro. Nesse último ano, apenas dois veículos são comercializados por menos de R$ 30 mil. Esses carros são básicos e sem opcionais que hoje são considerados fundamentais, como o ar-condicionado.

Nessa média de valor, carros usados completos, com conforto e motorização mais potente, podem ser adquiridos. Esses veículos, normalmente, têm entre 3 e 5 anos de uso e podem ser considerados novos, dependendo do cuidado e da manutenção do proprietário anterior.

O que faz o mercado automotivo crescer?

A confiança na estabilidade da economia é um dos motivos que tem levado os consumidores a comprarem mais carros. Alguns incentivos por parte das montadoras também estão deixando os preços mais baixos e isso tem atraído os clientes.

Na prática, a confiança vem pela queda dos juros, pela diminuição no número do desemprego e pelo aumento do poder de compra dos consumidores. As linhas de crédito estão voltando a beneficiar esse segmento do mercado.

Perfil dos consumidores

Algumas mudanças no perfil do consumidor também estão gerando esse crescimento. Hoje, registra-se mais mulheres do que homens comprando carros. Na hora da compra, as mulheres também estão influenciando mais quando o assunto é trocar o veículo da família.

Os jovens são os consumidores principais de veículos novos e usados, porém, os clientes de 35 a 59 anos são os que mais movimentam o setor, com compras mais expressivas e trocas constantes do veículo.

As expectativas dos usados

Os carros usados são mais vendidos do que os novos pela facilidade e pelos opcionais mais atrativos. Atualmente, a proporção mostra essa diferença: para cada carro novo vendido, outros três usados são negociados.

O mercado em 2018 trabalha com uma expectativa de um aumento ainda mais significativo no segmento dos usados. Alguns carros prometem quebrar recordes de vendas porque estão com bastante procura. Confira algumas marcas de veículos vendidos no Brasil que são as promessas para este ano:

Volkswagen Gol: esse modelo lidera as vendas no segmento. Conforto, espaço interno e economia são seus principais diferenciais. A fácil reposição de peças e a manutenção barata desse veículo também contribuem para que figure no topo da lista.

Hyundai HB20: é o segundo carro mais vendido entre os novos e uma promessa entre os seminovos para este ano. O fator que mais contribui para a alta procura é a motorização 1.6 com motor tricilíndrico. Mais potência que exige menos força do motor tornam o carro econômico também.

Volkswagen UP!: elegância, desempenho e dirigibilidade estão entre os fatores que mais agradam os clientes. Esse é um dos carros mais procurados entre os usados deste ano. Tudo indica que o Up! seja uma promessa entre os seminovos para 2018.

Nissan March: aponta a consagração de marcas mundiais no mercado interno. Esse veículo japonês tem sido bastante procurado entre os usados por ter um motor potente e econômico. O design também tem causado bastante interesse nas revendedoras de veículos.

Tipos de financiamento automotivo

Nem todos têm o dinheiro à disposição para trocar ou comprar um veículo à vista. Por isso, o financiamento é uma opção bastante utilizada nas negociações do setor automotivo.

Ao financiar um veículo, mediante contrato de financiamento, a instituição bancária ou financeira paga para a loja o valor integral do produto e o cliente paga parcelado para o banco ou financeira.

Para conseguir financiar um veículo, é preciso comprovar a renda, e a instituição financeira faz um cálculo do valor possível a ser financiado. Isso porque o banco leva em consideração que o consumidor não pode comprometer mais do que 30% da sua renda com uma dívida.

Conheça algumas opções de contrato de financiamento de carro:

Crédito Direto ao Consumidor (CDC): esse é o financiamento mais comum no Brasil, no qual a instituição bancária faz o empréstimo do valor e o carro é alienado como garantia de pagamento. A empresa financiadora faz o pagamento do veículo para a loja, e o cliente paga para a financeira em prestações a juros e prazos definidos em contrato;

Leasing: funciona como um aluguel do veículo para o comprador. A empresa financeira faz o empréstimo do dinheiro, mas mantém o seu nome na documentação do veículo, como proprietária. Somente após quitar a dívida que o cliente passa a ser proprietário do veículo;

Consórcio: essa modalidade funciona como uma espécie de poupança, na qual um grupo de pessoas se reúnem e fazem contribuições mensais por um período determinado. Mensalmente são feitos sorteios que contemplam seus participantes com o valor integral do consórcio. Mas, se o participante quiser antecipar a finalização, ele pode dar um lance com o valor do carro. E assim terá o dinheiro investido no consórcio com rapidez. Essa modalidade é para o consumidor que não tem pressa para comprar seu carro.

Como preparar o seu carro para venda?

Para vender um carro, é preciso que ele cause uma boa impressão no cliente, como qualquer outro produto. Portanto, é importante que o veículo esteja em um bom estado de conservação, com a documentação em dia e com um preço que seja atrativo.

Manutenção

Ao decidir pela venda do veículo, faça uma boa revisão de itens como:

• pneus — se for necessário, faça a substituição. Pneu careca é passível de multa e ainda desvaloriza o veículo;

• condições do motor e câmbio;

• amortecedores, suspensão e freios;

• parte elétrica.

Um veículo revisado é valorizado no mercado. Faça também uma boa limpeza interna e externa. Isso demonstra que você é cuidadoso com o veículo e causa boa impressão com o futuro comprador.

Documentação

Na hora da venda, é preciso estar com toda a documentação do veículo regularizada. Para lhe ajudar, faça uma checklist com os documentos importantes a seguir:

IPVA, licenciamento e seguro obrigatório: para vender um carro, é preciso que o imposto e os tributos do ano já estejam pagos. Sem essa quitação, o novo proprietário não conseguirá fazer a transferência do veículo para seu nome;

Multas: verifique multas e pendências administrativas do veículo com o número do Renavam por meio do site oficial do Detran da sua cidade. As multas também devem ser pagas para que o veículo seja transferido e não correr o risco de ter a busca e apreensão de veículo vendido não transferido e o distrato de compra e venda de veículo.

Certificado de Registro de Veículos (CRV): esse documento de venda de veículo é conhecido como “recibo”. Se você não sabe como preencher recibo de venda de veículo, saiba que ele precisa ser assinado pelo comprador e pelo vendedor na hora da negociação. Ambas as assinaturas devem ser reconhecidas em cartório.

Lembre-se de que depois de vender o veículo, você terá 30 dias para realizar a comunicação de venda de veículo, que tem por finalidade informar ao Detran sobre a transferência de propriedade do veículo para isentar o antigo proprietário (vendedor) de qualquer responsabilidade civil ou criminal sobre ocorrências futuras, como acidente e infrações de trânsito. Da mesma maneira, o novo proprietário terá esse mesmo prazo para transferência, sob pena de ser multado.

É possível também realizar o procedimento online. No site do Detran, há um passo a passo de como fazer a comunicação de venda de veículo pela internet.

Vale ressaltar que, ao preencher o formulário de comunicação de venda de veículo, o Detran realiza um bloqueio no registro do veículo que impede o mesmo de ser licenciado até que seja feita a transferência de propriedade. Não sendo licenciado, o veículo pode ser apreendido em fiscalizações de trânsito. Deste modo, a comunicação de venda estimula os compradores a regularizarem o estado do veículo.

Outro detalhe importante é que em casos de pessoas falecidas, o procedimento ideal é realizar o alvará judicial para venda de veículo, pois não é necessário realizar um inventário apenas para o automóvel. O alvará para venda de veículo de falecido é o procedimento mais utilizado em casos assim.

Em outros casos, realizar o contrato de compra e venda de carros com alienação fiduciária é um fator que não pode ser deixado de lado. A alienação fiduciária é um modelo de garantia de propriedades, móveis ou imóveis, que se baseia na transferência de bens como pagamento de uma dívida, a partir de um combinado entre o credor e o devedor.

Agora que você já sabe para que serve a comunicação de venda de veículo, que tal aprender um pouco sobre vendas online?

Site de venda

A era da tecnologia está avançando rapidamente e, atualmente, quase tudo se faz por meio dos smartphones e computadores.

Para vender carros não seria diferente; plataformas como o Instacarro estão preparados para ajudar a realizar uma venda rápida do seu veículo na internet. Pela plataforma on-line, você pode pesquisar a respeito de veículos, agendar uma inspeção do seu automóvel e vender seu carro na internet.

Após a avaliação do seu carro, que não demora mais do que 30 minutos e acontece em um ponto próximo a você, os dados do seu automóvel são disponibilizados na plataforma. O leilão é realizado nos próximos 30 minutos após a inserção. Caso você se interesse pelo maior lance oferecido, a equipe do Instacarro entra em contato com você e inicia o processo de venda.

Se você estiver de acordo com os valores, o carro é vendido e o Instacarro cuida de toda a documentação. Já o pagamento é realizado diretamente na sua conta bancária, imediatamente após o negócio. Conheça mais sobre o Instacarro e venda seu veículo com tranquilidade.

Gostou deste post com informações importantes sobre venda de veículos? Que tal, então, conhecer nosso manual de sobrevivência contra a revendedora de carros usados?

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