SUV lançado em junho assume liderança da categoria, acelera ritmo no fim do ano e encerra estreia com desempenho acima dos principais concorrentes
O Volkswagen Tera encerrou seu primeiro ano no mercado brasileiro com números expressivos. Lançado oficialmente em junho, o SUV somou 48.143 unidades emplacadas até dezembro, desempenho que o colocou no topo de seu segmento mesmo com pouco tempo de vendas em 2025.
O crescimento foi impulsionado principalmente pelo último mês do ano. Em dezembro, o modelo registrou 10.449 unidades, resultado que o posicionou como o segundo SUV mais vendido do País no período, ficando atrás apenas do T-Cross. No ranking geral de automóveis de passeio, também terminou o mês na segunda colocação.
Ritmo acelerado desde o lançamento
A trajetória do Tera foi marcada por forte demanda desde a chegada às concessionárias. A abertura das vendas, em junho, já indicava o potencial do modelo, com milhares de pedidos concentrados em poucas horas. A partir daí, o SUV manteve uma curva de crescimento consistente ao longo do segundo semestre.
Mesmo enfrentando concorrentes consolidados, o Tera fechou o ano como líder de sua categoria. O volume acumulado superou em 8,4% o segundo colocado e foi 148,8% maior que o do terceiro, reforçando a rápida aceitação do produto no mercado.
Segurança e reconhecimento
Além do desempenho comercial, o SUV também ganhou destaque em avaliações técnicas. O modelo obteve nota máxima em segurança no Latin NCAP e recebeu prêmios ao longo de 2025, fatores que ajudaram a fortalecer sua imagem junto ao consumidor brasileiro.
Com a produção estabilizada e maior disponibilidade nas lojas, a expectativa da marca é de que o Tera mantenha ritmo elevado ao longo de 2026.
Produção nacional e impacto econômico
O Tera é produzido na fábrica de Taubaté (SP), unidade que passou por um processo de atualização industrial para receber o modelo. Apenas em 2025, o SUV movimentou R$ 3,23 bilhões em compras de componentes, envolvendo 241 fornecedores, o equivalente a mais da metade da base de parceiros da Volkswagen no Brasil.
A fabricação do modelo também resultou na criação de 260 empregos diretos na planta paulista, com participação significativa de mulheres, além de aproximadamente 2.600 vagas indiretas na cadeia de autopeças.


