Tudo o que você precisa saber sobre o Honda City
Honda City

Tudo o que você precisa saber sobre o Honda City

Lançado no Brasil em 2009, o Honda City surgiu com a missão de representar a marca japonesa no segmento dos sedãs compactos.

O Honda City estreou no Brasil em 2009, já como linha 2010. Embora fosse um iniciante no Brasil, já era um modelo antigo nos mercados do Sudeste Asiático e chegou por aqui em sua 5ª geração.

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Com o mesmo conjunto mecânico e plataforma do Fit, era uma opção aos que não gostavam do estilo monovolume e buscavam um sedã compacto premium. Acabou sendo bem aceito pelo público brasileiro.

O Honda City sempre se destacou no mercado automotivo brasileiro como um carro confiável e de bom espaço interno, além de trazer um boa lista de equipamentos de conforto. Confira mais detalhes sobre o modelo a seguir.

As gerações do Honda City

1ª geração

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Embora tenha surgido como um projeto da Honda para mercados emergentes, o City não é conhecido pelas simplificações extremas. O visual e o padrão de acabamento não fazem com que motorista e os passageiros de modelos de primeiro mundo, como o Civic.

Com 4,400 m de comprimento, 1,480 m de altura, distância entre-eixos de 2,550 m e largura de 1,695 m, o Honda City pioneiro estava entre os maiores sedãs compactos do mercado automotivo brasileiro. Pouco menor do que o Civic, surpreendia com o seu porta-malas com capacidade para 506 litros.

Disponível inicialmente nos níveis de acabamento LX, EX e EXL, trazia o mesmo motor 1.5 16V flex de 116 cv em todas as versões. Esse propulsor podia ser combinado a um câmbio manual ou automático, ambos de cinco marchas.

A versão básica LX já contava com airbag duplo, ar-condicionado, vidros, travas e retrovisores elétricos e sistema de som. Mas freios ABS, controlador de velocidade de cruzeiro e ar-condicionado automático digital só estavam disponíveis nas configurações mais caras.

Esta geração inicial do City brasileiro teve o visual levemente retocado em 2012, quando incorporou nova grade, para-choques e novas lanternas. No mercado de carros usados, é possível achar exemplares dessa primeira geração do Honda City por preços em torno de R$ 40 mil.

2ª geração

Honda City

Seguindo as mudanças da linha Fit, o City ganhou uma segunda geração no Brasil em setembro de 2014. Já como linha 2015, trazia uma carroceria completamente nova.

Com 4,455 m de comprimento, 1,485 m de altura, distância entre-eixos de 2,600 m e largura de 1,695 m, o Honda City permaneceu como um dos maiores sedãs compactos do mercado brasileiro. Já o porta-malas foi a 536 litros.

Todas as versões da linha seguiram equipadas com o mesmo motor 1.5 16V de 116 cv do antecessor. O câmbio manual de cinco marchas seguia na linha neste primeiro momento, mas agora acompanhado de um automático CVT.

O City de 2ª geração passou a contar com as versões DX, LX, EX e EXL, posteriormente incorporando a configuração Personal, voltada para o público PCD. Todas traziam airbag duplo e freios ABS, itens que haviam se tornado obrigatórios.

Todas as configurações contavam apenas com os airbags frontais até 2016, quando o modelo incorporou bolsas infláveis laterais e de cortina na topo de linha EXL. Esse conteúdo de segurança cresceu na reestilização de 2018, quando o modelo ganhou também faróis de LED.

Por outro lado, a falta dos controles eletrônicos de tração e estabilidade só foi sanada com o lançamento do novo Honda City, no final do ano passado. É possível achar unidades por preços em torno de R$ 55 mil.

3ª geração

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Lançada no ano passado, a 3ª geração do Honda City brasileiro ficou é 53 mm mais larga, 94 mm mais comprida e 8 mm mais baixa do que o antecessor. Além de estrear o inédito City Hatchback, já em pré-venda

Com o objetivo de conquistar também compradores dos sedãs médios, ganhou um novo motor 1.5 com injeção direta e 126 cv e novas tecnologias, como o controlador adaptativo de velocidade de cruzeiro.

Como é manter o City?

O Honda City é um modelo reconhecido pela robustez mecânica. Com boa procura no mercado de usados e baixa desvalorização, é relativamente fácil encontrar exemplares com a manutenção em dia.

A garantia é de 3 anos, caindo para um ano nos carros de uso comercial. Em relação ao custo de revisões, o City 2021 tem o custo mais alto até os 50.000 km na comparação com outros concorrentes na mesma faixa de preços (VW Virtus 200 TSI, Chevrolet Onix Plus turbo e Toyota Yaris).

Mas isso se dá principalmente por conta das diferenças no plano de manutenção do sedã da marca japonesa, que aos 40.000 km prevê um procedimento de ajuste de válvulas, com as respectivas trocas de juntas da tampa e do coletor de admissão. Serviço que não está previsto nos concorrentes. Mas que no caso do Honda é fundamental para a saúde do motor 1.5.

Como funciona a avaliação e venda na InstaCarro?

Na InstaCarro, todo processo de venda começa com uma avaliação gratuita do carro por um profissional qualificado, que pode ser feita em uma das lojas físicas da plataforma ou na própria casa do cliente.

As fotos e informações da avaliação são então disponibilizadas em uma plataforma digital, onde lojistas de todo o Brasil fazem ofertas pelo automóvel.

Esse processo acaba com o envio da maior proposta ao proprietário, que fica livre para aceitar ou não o valor. Caso aceite, toda a parte burocrática fica por conta da InstaCarro, com o pagamento pelo seu carro em até 24h.

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