> Manutenção Automotiva > Manutenção preventiva pode reduzir gastos com o carro em até 30%

Manutenção preventiva pode reduzir gastos com o carro em até 30%

Oficina-Grupo-T-Line

Revisões em dia ajudam a evitar falhas em freios, pneus, motor e suspensão, além de reduzir riscos de acidentes e reparos mais caros

Adiar a manutenção do carro pode parecer economia no curto prazo, mas costuma sair mais caro quando uma peça desgastada compromete outros componentes. Segundo a Confederação Nacional dos Transportes, a falta de manutenção preventiva está relacionada a 27% dos acidentes urbanos e rodoviários no Brasil.

Além do impacto na segurança, a manutenção preventiva também pesa menos no bolso. De acordo com dados citados pelo Grupo T-Line, esse tipo de cuidado pode custar até 30% menos do que a manutenção corretiva, feita quando o problema já apareceu.

A diferença está no momento da intervenção. Na preventiva, o motorista substitui ou verifica itens antes da falha. Na corretiva, o reparo acontece depois que o defeito compromete o funcionamento do veículo, o que pode ampliar o custo da oficina.

Peça simples pode virar reparo caro

Freios, suspensão, sistema de arrefecimento, transmissão, pneus, bateria e correias estão entre os itens que mais exigem acompanhamento. Quando a revisão é ignorada, um problema pequeno pode afetar sistemas inteiros.

Segundo Denis Slwczuk, gerente geral de pós-vendas do Grupo T-Line, muitos motoristas acreditam que economizam ao adiar uma revisão, mas acabam pagando mais depois. De acordo com o executivo, um componente desgastado pode transformar um reparo simples em uma intervenção mais complexa.

O óleo do motor é um exemplo. A troca costuma ocorrer entre 5 mil e 10 mil quilômetros, dependendo da recomendação da montadora. Rodar com óleo vencido ou abaixo do nível adequado aumenta o desgaste interno do motor e pode causar falhas graves.

Pneus e freios exigem atenção constante

Os pneus também entram na lista de cuidados básicos. A calibragem deve ser verificada semanalmente, enquanto alinhamento e balanceamento costumam ser recomendados a cada 10 mil quilômetros ou quando houver desgaste irregular.

No sistema de freios, pastilhas, discos e fluido devem ser inspecionados periodicamente, especialmente antes de viagens. Ruídos, pedal mais baixo, vibração ou aumento na distância de frenagem são sinais de alerta.

A bateria costuma durar entre dois e quatro anos, mas pode falhar antes dependendo do uso, da temperatura e da quantidade de equipamentos elétricos do carro. Verificações preventivas ajudam a evitar panes inesperadas.

Manual do veículo deve ser seguido

Alguns componentes têm intervalos mais longos, mas não podem ser esquecidos. As velas de ignição, por exemplo, podem exigir substituição entre 40 mil e 100 mil quilômetros, conforme o modelo.

As correias também merecem atenção. A correia dentada, quando presente, geralmente tem troca recomendada entre 60 mil e 120 mil quilômetros, dependendo do veículo e das condições de uso. Se romper, pode causar danos graves ao motor.

Fluidos como líquido de arrefecimento, fluido de freio e fluido da direção hidráulica também devem ser avaliados regularmente. Eles são fundamentais para manter sistemas importantes funcionando corretamente.

Revisão ajuda a preservar o valor do carro

Além de evitar panes e reduzir riscos, manter o plano de revisões em dia ajuda a preservar o valor de revenda. Um carro com histórico de manutenção documentado tende a transmitir mais confiança ao comprador.

Guia de Preços da InstaCarro

Veja o preço real do seu carro no mercado de seminovos

Clique aqui

Agende uma Avaliação Gratuita

Posts relacionados

Pedal de freio duro
Manutenção Automotiva

Pedal de freio duro: causas, riscos e como resolver

Sentiu o pedal de freio duro? Saiba por que isso acontece, quais são os riscos envolvidos e como identificar o problema antes que ele afete a sua segurança ao dirigir.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *